Sábado, 24 de Out de 2026

Empresário dono de PCH adiciona publicamente mais suspeitas em condutas de secretários de Mauro Carlesse para liberação de empreendimento de R$ 100 milhões que compliance não permitia

17/11/2021 1408 visualizações

O pronunciamento público do empresário José Celso Gontijo na inauguração de uma PCH no Manoel Alves na segunda-feira (investimento anunciado de R$ 100 milhões) –  em vídeo gravado no evento  – adiciona mais problemas ao governador afastado Mauro Carlesse e à sua defesa para suspensão do afastamento.

Gontijo explicitou de público que o setor de compliance de sua empresa não aceitaria as exigências do governo afastado para que fosse liberada a licença de operação da PCH, ainda que já tivesse a licença prévia e a licença de instalação. E autorização da Aneel desde 2019.

Sem detalhar as exigências (que não seriam aceitas pela compilance), - nem apresentar provas disso -  mas sugerindo sua natureza, o empresário expôs que por dois anos teve  seu empreendimento brecado pelo governo de Mauro Carlesse.

Disse que para tanto fez gestões junto ao então presidente do Senado, David Alcolumbre, ao senador Eduardo Gomes (líder do governo Bolsonaro no Congresso) e ao presidente do Legislativo estadual, Antônio Andrade.

De todos teria ouvido a mesma resposta sem êxito. Todos, conforme o empresário, tentaram resolver a questão mas teriam desistido depois de meses de tentativas. “Isto tem nome, Claudinei”, disse o empresário, numa alusão a Claudinei Quaresemim, ex-secretário de Parcerias.

“O compilance de minha empresa não permite o que Mauro Carlesse queria, uma vergonha”, falou de público o empresário.

 

 

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