Mulher, negra, de origem pobre de Vila de Palma (Paranã), sede da Capitania do Norte determinada por Dom João VI, a procuradora geral de Justiça, Maria Cotinha Bezerra, é o que se poderia considerar emblema de um Estado como o Tocantins. Tinha até uma semana atrás, a maioria de intenções de votos da categoria. Na eleição propriamente dita teve interceptada sua disposição por uma fraude escandalosa no processo eleitoral. E, humilde, não colocou a boca no trombone. Imagino, como o sertanejo nortense, receosa de ser interpretada advogando em causa própria em desfavor de alienígenas colonizadores. Quando está em jogo é a credibilidade da instituição.
Emblema de um Estado sertanejo embrionário
luizarmandocosta
19/10/2020
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