Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Embate entre Janad e Luxemburgo assemelha-se a briga de surdos. Mas a candidata do PL tem mais razões para se defender do que o técnico e proprietário de TV de armar barraco

21/08/2024 575 visualizações

A discussão sobre a não ida de Janad Valcari à TV Record – que ontem, cinco dias depois, saltou para a imprensa nacional – assemelha-se a embates de surdos.

Janad Valcari alegando presumivelmente violação de imparcialidade antes da imparcialidade se realizar e Wanderlei Luxemburgo jurando fidelidade à imparcialidade da TV da qual é proprietário.

E o fez argumentando justamente que tem o direito “inalienável” de ter um lado (subiu no palanque de Eduardo Siqueira) que nada mais é uma condição de parcialidade. Um paradoxo.

Separou o empresário de TV do político que armou um barraco contra decisão do diretório do PSB em 2018 que recusou sua candidatura.

Janad tem também o direito inalienável de ir ao debate que quiser. Ou deixar de ir. Até de não atender as expectativas do “direito alienável” que outro se possa considerar possuidor.

Assim como Wanderlei Luxemburgo de comportar-se como Wanderlei Luxemburgo. Um empresário e técnico de futebol que coleciona condutas passionais. Na política e no futebol.

Como esta polêmica com Janad elevada à imprensa nacional. Evidentemente que não plantada pela candidata do PL, dado ser implausível que operasse contra sua própria candidatura.

Aqui pra nós: Janad teve mais razões para não ir (intuo que estratégia de campanha/avaliação perdas e ganhos do que Luxemburgo para esgrimir questões éticas e morais como proprietário de emissora de TV e cabo eleitoral para que a candidata do PL comparecesse.

Já imaginou Jaime Câmara Jr subindo no palanque de Ronaldo Caiado? Ou João Roberto Marinho agarrado nas caminhadas de Eduardo Paes no Rio de Janeiro? E João Saad na de Tarcísio de Freitas em São Paulo!!!!!!

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