Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Em dois anos e meio, governo de Wanderlei Barbosa viu reduzidos gastos com salários em todos os poderes apesar da implementação de benefícios e quitação de passivos. E elevou poupança em 67%.Dados são do RREO da STN

08/05/2024 460 visualizações

O Relatório Resumido de Execução Orçamentária do primeiro bimestre de 2024 (publicado pela Secretaria do Tesouro Nacional) permite avaliação do desempenho do governo tendo Wanderlei Barbosa à frente.

Wanderlei assumiu o Executivo em 20 de outubro de 2021. Ou seja, fechando o RREO do 5º bimestre daquele ano.

Recebeu o Estado (conforme o RREO em Foco do 5º bimestre de 2021) consumindo (todos os poderes) 56% das receitas com pessoal.

Fechou março de 2024 com 14 pontos percentuais a menos: 42%. Significa que apesar do pagamento de progressões, promoções e passivos, reduziu a despesa com salários em termos relativos em 25%.

Por outro lado, no 5º bimestre de 2021, a poupança corrente representava 24% da receita corrente líquida. Hoje, o governo registra uma poupança corrente de 40% da RCL. Quase dobrou a poupança.

Os gastos com custeio caíram de 21% (2021) para os atuais 10%. E o serviço da dívida foi reduzido de 5% para 4% das despesas totais.

Tudo isto aí apesar do aumento do grau de dependência do governo federal em função de  medidas tomadas pelo Congresso. Wanderlei recebeu o governo com 50% de receitas próprias e os demais 50% oriundos de transferências. Hoje, as receitas próprias representam 44% contra 56% de recursos do governo federal.

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