Não foi dessa vez que o Executivo conseguiu avançar na Capacidade de Pagamento. Os números do Relatório de Gestão Fiscal publicados na última sexta apontam que o governo aumentou nos últimos doze meses as despesas correntes em índices inferiores ao crescimento da receita corrente líquida ajustada.
Avaliando o RGF do 1º quadrimestre/22 em relação ao 1º quadrimestre de 2023, as despesas correntes nos últimos doze meses ficariam na faixa dos R$ 11,5 bilhões para uma receita corrente líquida de R$ 12,4 bilhões.
Isto levaria a um indicador de 92% na poupança corrente (despesa corrente/receita corrente líquida ajustada).
O índice seria maior que os 91,46% do ano passado. Ou seja, o governo teria gasto poupança. Mas o Estado continuaria ainda na letra B na poupança corrente na Capag, por que inferior a 95%.


