Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Elevação da despesa corrente acima do crescimento da RCL ajustada pode ter inviabilizado governo alcançar a letra A da Capag no 1ª quadrimestre. Poupanca corrente foi reduzida e Estado deve manter a letra B

29/05/2023 498 visualizações

Não foi dessa vez que o Executivo conseguiu avançar na Capacidade de Pagamento. Os números do Relatório de Gestão Fiscal publicados na última sexta apontam que o governo aumentou nos últimos doze meses as despesas correntes em índices inferiores ao crescimento da receita corrente líquida ajustada.

Avaliando o RGF do 1º quadrimestre/22 em relação ao 1º quadrimestre de 2023, as despesas correntes nos últimos doze meses ficariam na faixa dos R$ 11,5 bilhões para uma receita corrente líquida de R$ 12,4 bilhões.

Isto levaria a um indicador de 92% na poupança corrente (despesa corrente/receita corrente líquida ajustada).

O índice seria maior que os 91,46% do ano passado. Ou seja, o governo teria gasto poupança. Mas o Estado continuaria ainda na letra B na poupança corrente na Capag, por que inferior a 95%.

Compartilhar

Deixe seu comentário

Mais em Ponto Cartesiano