Mikhail Gorbachev foi-se ontem com sua Perestroika negada por Valdemir Putin na invasão da Ucrânia.
Ideologias, ideal e ideado são cada dia mais relativizados não só pela sociedade de modo geral, mas por líderes.
Foram engolidos pelo capital restando à força de trabalho papel secundário quando é, na verdade, a força motora do próprio capitalismo.
Nada mais eloquente no Tocantins, por exemplo, o fato de um milhão de pessoas terem renda de até dois salários mínimos.
Metade da população economicamente ativa (algo próximo de 600 mil sobreviventes) estar desocupada e os candidatos se apresentarem com patrimônios milionários.
A pergunta que sobreviria: como um representante do capital representaria esse batalhão de fora ou dentro da força de trabalho, remunerados à régua da miséria e remunerando com seus impostos o próprio capital que os lideraria ou buscaria liderá-lo
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