O Eduardo devia era respeitar a memória do meu pai que não está aqui para se defender”. A reação é do ex-governador Marcelo Miranda ao blog na noite de ontem após declaração do ex-deputado Eduardo de que sua inclusão no processo do Igeprev teria sido feita por Brito Miranda e Jacques Silva.
“Ele deveria respeitar meu pai como eu respeito o dele”, completou Marcelo que na próxima sexta-feira entrega a presidência regional do MDB ao deputado federal Alexandre Guimarães que vai presidir a comissão provisória do partido.
Aponta Marcelo que Brito Miranda sequer participava do governo. “O Jacques Silva é que era presidente, ele que responda por seus atos. Não tem nada com o MDB”, disse o ex-governador. “Não aceito a covardia que ele fez com o meu pai, sem respeito com a ausência do meu pai”.
Cita Marcelo, por outro lado, um elenco de situações contra ele s seu pai que estariam ligadas, de uma forma ou de outra, ao grupo siqueirista. "A denúncia de compra de fazendas (Operação Boi de Papel) descobrimos como foi arranjada. A fazenda não era nossa, soubemos pelo cartório, flagramos a armação", disse. "E a acusação de que eu teria contratado um matador profissional?", lembrou.
Marcelo disse que tem andado pelos municípios. Na capital, falou que apoia Janad Valcari e em Porto Nacional o atual prefeito Ronivon Maciel. Ele levantou a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026. A esposa, Dulce Miranda, teria decidido a empreender, apesar dos 38 mil votos que obteve nas eleições passadas.


