Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Economia do Estado segue aquecida: notas fiscais emitidas no Estado em 2022 elevam-se a R$ 91 milhões. Ou: 27% a mais do que em 2021!!

05/04/2023 372 visualizações

Apesar dos indicadores sociais da maioria da população, a economia do Estado segue em ritmo acelerado. E se isto se dá, um dos elementos está na segurança que é proporcionada aos setores produtivos nas relações comerciais pelo governo e instituições. Caso contrário, varejistas e atacadistas não estariam renovando estoques nem produtores comercializando seus produtos.

Ocorresse idêntica verificação em todo o país, os números certamente apontariam que, como no Estado, a inflação não estaria vinculada à demanda. Ou seja, não haveria falta de produtos para atender a procura. No que demandaria injustificada a própria inflação de demanda em que se funda o Banco Central para os juros escorchantes de 13,75%.

No Tocantins (dados a que o blog teve acesso), as notas fiscais de entrada e saídas de produtos em 2022 envolveram recursos da ordem de R$ 91 bilhões. Só de entrada em 2022 foram R$ 76,68 bilhões. E outros R$ 14,35 bilhões de notas fiscais de saída.

O Estado comprou R$ 62,33 bilhões a mais do que vendeu a outros Estados/países. Uma balança comercial de R$ 91 bilhões. E empresário nenhum (atacadista ou varejista) vai internar um montante deste no Estado se não houver demanda.

O indicador confirma a situação de Estado consumidor do Tocantins. Lugar em que pode até ser beneficiado com a nova reforma tributária que, dentre outros pontos, propõe o imposto seja cobrado no local do consumo.

Comparando os exercícios anteriores, o desempenho da economia é mais que latente: indiscutível. Em 2020, as entradas somaram R$ 40,86 bilhões e outros R$ 61,04 bilhões (2021). Uma variação nominal de 54,75% (21/20) e de 34,97% (22/21). E um crescimento real de 46,92% (21/20) e de 21,88% (22/21).

Já as saídas somaram R$ 6,26 bilhões (2020) e R$ 9,89 bilhões (2021). Ou seja, um crescimento nominal de 57,86% (21/20) e de 45,07% (22/21). E uma variação real (descontada a inflação)  de 51,90% (21/20) e de 33,63% (22/21).

Compartilhar

Deixe seu comentário

Mais em Ponto Cartesiano