A unanimidade dos deputados federais do Estado votou na volta das coligações que haviam derrubado em 2017 e que entrou em vigor em 2020. O placar pelo retorno das coligações partidárias foi de 340 votos a favor e 139 contra.
Na votação de ontem, a deputada Dulce Miranda mudou o voto que havia dado na votação em primeiro turno da PEC. Na semana passada, Dulce havia sido contra e agora votou a favor a proposta.
Entre uma votação e outra, nada foi alterado no projeto. O Senado, agora, tem até outubro para concluir a votação e o expediente possa valer para as eleições do próximo ano.
A principal crítica em relação às coligações é que partidos, para ganhar mais tempo na propaganda eleitoral, se juntavam sem necessariamente considerar ideologias. Dessa forma, com a votação na coligação, acabam sendo eleitos deputados que não necessariamente têm os mesmos pensamentos políticos.
O substitutivo da proposta aprovado prevê também que deputados (federais e estaduais) e vereadores percam o mandato em caso de desfiliação da legenda, exceto quando houver um acordo entre as duas partes ou em situações de justa causa estipuladas em lei.
A PEC também prevê a possibilidade da realização de plebiscitos durante as eleições, se seguidas determinadas condições.


