A carta que foi circulada pela ex-secretária de Educação, Adriana Aguiar, permite reflexões a mais diversas.
Uma delas seria a coragem da presidente regional do União Brasil, Dorinha Seabra, candidata a Senado, abrir mão de apoios de, como ela, uma ex-secretária de Educação do Estado.
E outra: a covardia da presidente regional do União Brasil, Dorinha Seabra, candidata ao Senado, de abrir, mão de apoios de uma ex-secretária de Educação, como ela, na suposição de que desfavoreceria seu candidato ao governo, governador Wanderlei Barbosa.
O União Brasil (democrata da base bolsonarista) fez o que não teria procedido o reacionário, para os bolsonaristas, PT que concedeu candidaturas na sua federação PT/PCdoB e PV aos deputados Amália Santana, Ivory Lira, Cláudia Lélis e Luana Ribeiro. Indiscutíveis aliados de Wanderlei Barbosa e, claro, de Dorinha.
E olha que nas campanhas proporcionais (deputados federais e estaduais) os partidos não podem coligar-se. E não há a candidatura avulsa.
Dorinha não pestanejou: poderia não beneficiar Adriana Aguiar com fundo eleitoral e tempo de rádio e tv. Mas preferiu cortar o mal” pela raíz: vai para o paredão sem candidatura!!!


