O prazo para prestação de contas da campanha de 16 de agosto até ontem, 8 de setembro, encerra-se no próximo domingo.
Pelo já publicado, a candidata da União Progressista, senadora Dorinha Seabra, está na ponta na relação receitas/despesas.
Considerada a aceleração que se extrai da publicação no TRE até esta quarta-feira. Pode mudar, claro, até domingo.
Dorinha aplicou 55% dos R$ 6 milhões que já tinha em caixa. O equivalente a R$ 3,3 milhões.
Já o deputado Vicentinho Jr (PSDB) fez despesas a índices próximos de 10% do que já tinha arrecadado: R$ 489 mil dos R$ 4,9 milhões que já tinha.
Laurez Moreira, com R$ 4,5 milhões no caixa, só contabilizou gastos até hoje de R$ 50 mil. Ou: 1,1% do que teria.
Outro candidato, Ataídes Oliveira (Novo) já tinha pouco, mas gastou praticamente tudo que tinha: R$ 197 mil dos R$ 219 mil que arrecadara.
Os demais (Du Pereira, Witer Alves e Siqueira Jr) não havia declarado gastos.
No primeiro turno, cada candidato a governo tem um limite de gastos (e de receitas) de R$ 6,2 milhões no primeiro turno e R$ 3,1 milhões no segundo.
Há especulações de que candidatos poderiam segurar dinheiro para o segundo turno. É, sim, uma possibilidade. Porém, improdutiva.
Ainda que deixe mais recursos para o segundo turno (o dinheiro não utilizado no 1º é devolvido ao partido), lá (segundo turno) entretanto, como se vè, o limite de gastos cai pela metade.


