De 2022 a 2023, o governo contratou empréstimos no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal de R$ 1,230 bilhões. Só aí o equivalente a 8,1% do Orçamento previsto para 2024 (R$ 14,6 bilhões).
A dívida consolidada do Estado, entretanto, está nos níveis de 2017. Significa amortizações e controle na dívida.
Wanderlei Barbosa não contratou nenhum empréstimo internacional mas o Estado se vira para pagar, além desta dívida interna de financiamentos, a diferença da cotação do dólar nos empréstimos com BID e Bird.
O governo fechou 2023 devendo R$ 1,149 bilhões às duas instituições (US$ 236,7 milhões na cotação de 31 de dezembro de 2023).
Tomando como régua de cálculo a cotação do dólar neste domingo (R$ 5,728) o financiamento internacional já soma R$ R$ 1,355 bilhões. Uma correção de R$ 200 milhões (17,.9%), quando a inflação de janeiro a julho ficou em 2,48%.
O governo fechou 2023 (Relatório da Secretaria de Planejamento) com uma dívida contratual de R$ 3,22 bilhões e pretende fechar 2024 com um estoque da dívida de R$ 2,25 bilhões.
Somente em 2023, a dívida teve do governo pagamentos (serviço da dívida) de R$ 1,055 bilhões.
Os dados da Seplan, entretanto, demonstram que o Tocantins está entre os Estados de menor dívida per capita bruta com valor de R$ 372,99. Na sétima posição, com um custo 25 vezes menor que o último colocado – Rio de Janeiro.
Já na relação DC/RCL, o Tocantins também vai muito bem: na 3ª posição dentre os 27 Estados com 26,13%. Atrás dos Estados do Mato Grosso e Pará.


