A cotação do dólar tem corroído também as finanças públicas estaduais. Da dívida contratual do Estado (informa a STN) 46% são financiamentos, 6% de empréstimos e 2% sã de outras obrigações, sobre a Dívida Consolidada Bruta.
Dos financiamentos, R$ 1 bilhão e 172 milhões são de contratos em dólar com bancos internacionais. Isto aí em 31 de dezembro (dólar a R$ 4,0301) equivaleria a US$ 290 milhões.
De dezembro/2019 até esta segunda, 6 de abril (dólar a R$ 5,3245) a moeda norte-americana sofreu uma correção da ordem de 32,11%, elevando a dívida contratual internacional do Estado, em reais, em R$ 376 milhões. Só correção. Sem entrar um tostão furado a mais no Estado.
O equivalente, nos três meses de 2020, a cinco vezes os R$ 75 milhões consumidos pela variação cambial nos doze meses de 2019.


