O Executivo estadual publicou ontem o Relatório de Gestão Fiscal do 1º quadrimestre de 2026.
Os números sugerem que o governo está como o cidadão que pulou do 10º andar e em queda livre nada se deu passando pelo 5º pavimento.
Para um crescimento de Receita Corrente Líquida de 1,4% (R$ 227 milhões) o Executivo aumentou no quadrimestre as despesas com salários (em relação ao último quadrimestre) em 5,3% (R$ 493 milhões).
Na conta não estão incluídos ainda a data-base, progressões e promoções que vão entrar em maio (no RGF do 2º quadrimestre/agosto).
O comprometimento passou de 44,31% (3º QD/25), para os atuais 44,68% (1ºQD/26).
Abaixo do limite prudencial (46,55%), mas acima do limite de alerta (44,10%). E ainda distante dos 49% de limite máximo.
A dívida consolidada do governo, no entanto, registrou um aumento de R$ 1,320 bilhões no quadrimestre (27,5%).
Saltou de R$ 4,793 bilhões (dez/25) para R$ 6,113 bilhões (abril/26).
Se não abrir o para-quedas...



