Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Divida ativa: débito e crédito que podem transformar-se em um manjar político "ecumênico" na Capital

25/01/2025 510 visualizações

Um dos primeiros atos do prefeito Eduardo Siqueira foi devolver à Secretaria de Finanças a responsabilidade sobre a dívida ativa do município. Lei aprovada pelos vereadores a havia deslocado para a Procuradoria do Município. Eduardo fez o certo.

E agora tem um abacaxi para descascar: um dos últimos atos da ex-prefeita Cínthia Ribeiro foi pedir para lançar na dívida ativa (impostos em débito) o CPF de políticos ligados ao Palácio Araguaia (e proprietários de loteamentos com denúncia se supostos crimes ambientais), débito na casa de dois digitos em milhões de reais.

Pela lei, a PGM teria cinco dias para lançar os débitos no cadastro. E, como apurou o blog, a Procuradoria não teria tido tempo para fazê-lo já que na metade do caminho, a responsabilidade foi deslocada para Finanças.

Significa, pela relação inversa, que o abacaxi pode vir a ser objeto de negociação de um manjar político.

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