O governo (todos os poderes) teve uma despesa bruta com salários do funcionalismo da ordem de R$ 6.055.083.336,95. Como a receita corrente líquida publicada foi de R$ 7.365.652.704,90, tem-se que a despesa bruta (o real) com salários ocupou 82,2% das receitas.
Com o aval do TCE, o governo (todos os poderes) deixa de contabilizar R$ 1.914.919.923,30 (despesas não computadas). Uma enrolação para não contabilizar despesas com salários como despesas com salários. Nisto aí entram indenizações, aposentados e pensionista, imposto de renda, como se estes gastos não existissem.
Na real, sobram, no ano, R$ 1,3 bilhão/ano para investimentos e custeio da máquina pública. Uma média de R$ 108 milhões mensais.
Mas, o governo sempre poderá esgrimir que todos os poderes consumiram apenas 56,23% das receitas, considerando apenas a despesa líquida de salários. E não a bruta que é efetivamente o que gasta na real.


