O Congresso brasileiro custa ao contribuinte por volta de R$ 11 bilhões por ano. Como o Legislativo do Estado, agride a Constituição Federal numa regularidade quase diária e os R$ 16 bilhões anuais do orçamento secreto dizem bem de suas intenções e gestos.
Um país com taxa de desemprego beirando os 15% (12 milhões de desempregados) e 14,5 milhões de pessoas na extrema pobreza. Onde o Tocantins é um recorte expressivo sob a perspectiva proporcional. Tanto no ensino quanto na pobreza.
É inserido neste perímetro que passou a tramitar na Câmara dos Deputados esta semana um projeto de lei de autoria de um parlamentar coronel (do União Brasil) para tornar as universidades públicas em privadas. Não começou a ser discutido ontem por questões burocráticas, mas já está em pauta e anda no Legislativo.
A imoralidade social (e política) deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados ainda que a Carta determine ser a educação direito de todos e dever do Estado, como na saúde.
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