A gasolina, diesel e gás de cozinha podem ficar mais caro a partir de 1° fevereiro.
Desdobramento da correção do ICMS nos combustíveis, que passa de R$ 1,22 por litro (gasolina) para R$ 1,3721.
A correção de 12% vai parar nos preços lá nas prateleiras dos supermercados.
No Estado o governo arrecadou com ICMS nos combustíveis em 2024 a soma de R$ 1,761 bilhões (28% dos R$ 5,9 bilhões de todo o ICMS).
Acrescidos os 12% em 2025, só aí uma correção de R$ 211 milhões para os cofres públicos sem tirar os pés do chão. E mesmo valor subtraido do bolso do cidadão.
O governo arrecadou de ICMS (R$ 5,9 bilhões) o equivalente a 8,9% do PIB (R$ 65,9 bilhões/BB/Planejamento/24).
A proporção estatística é maior do que os 6% que representou a arrecadação de ICMS de todos os Estados do país, comparado o PIB nacional.
E ainda tem os demais impostos. O ICMS representa algo próximo de 75% das receitas tributárias.
É um momento econômico e financeiro que a administração estadual pode não contar repetir-se indefinidamente.


