Há cerca de quatro meses, em meio à crise no Maternidade Dona Regina – reclamação de pacientes e profissionais de saúde – o governador Wanderlei Barbosa fez uma visita de surpresa no hospital.
Saiu de lá determinando a solução imediata dos problemas, para desassossego dos gestores da saúde. Mandou fazer remanejamento de receitas e deu uma “banana” para a resistência burocrática.
Tinha (como tem agora na crise de Regulação) o apoio e orientação do Ministério Público e do TCE para atender a população sem enfrentar a legislação.
Uma decisão inteligente do Governador. Na administração pública, melhor prevenir do que remediar. A população é que não pode ficar sem o atendimento.
Erra que vê na participação do MPE e do TCE, nestes casos, como suspeita. É o papel deles mesmos. Os governo anteriores é que tinham suas ressalvas que parece não ter Wanderlei.
É o que ocorre com esta decisão de contratar mais 20 leitos hospitalares para atender a demanda da Regulação. Depois de uma visita inesperada no HGP. Wanderlei não esperou elocubrações de comissões ou de encontrar culpados para o problema.
Tem dinheiro em caixa, superávit de R$ 2 bilhões, disponibilidade de caixa alta, administração azeitada, salários e dívidas em dias, Agrotins com R$ 3 bilhões de negócios, não iria, com toda razão, o Governador ficar observando óbitos e dirigentes discutindo sobre responsáveis.


