Dos dados apresentados pelo secretário de Administração, Edson Cabral, na semana passada a deputados (já postei alguns deles) mereceria reflexão outro deles:
Os números indicam que haveriam 186 mil usuários de planos de saúde privados no Estado: 81 mil (Plan-Saúde), 55 mil (Unimed) e 50 mil (outros planos).
Donde se conclui: existiria 1 milhão e 386 mil pessoas no Estado (88% da população) dependente do sistema público de saúde.
Este mesmo das filas de cirurgia, das macas transformadas em leitos nos corredores, que padecem pela falta de medicamentos, ineficiência e inadequação e atendimento.
Situação que proporcionou só este ano (de janeiro a junho/20019/DataSus), voluntária ou involuntariamente, 1 mil e 397 mortes na rede pública de saúde estadual.
Ou: 3 mil e 560 "vidas" (na linguagem da Secretaria de Administração/Plan-Saúde/Infoway) que deixaram de ser "vidas" nos hospitais públicos de janeiro de 2018 a junho de 2019.
O que significaria 2 mil e 941 óbitos hospitalares na gestão do atual governo (abril/2018-junho/2019). Sem contabilizar julho e agosto/2019, ainda não disponíveis no DataSus.


