O contribuinte do Estado recolheu aos cofres públicos do governo federal e estadual o equivalente a R$ 7,4 bilhões de impostos no período de janeiro a novembro de 2020. Do montante, R$ 4,1 bilhões de impostos estaduais e R$ 3,3 bilhões de impostos federais.
Se considerarmos os 334 mil contribuintes (empregados e empregadores formais/Pnad 3º trimestre/2020) – que contribuem com o tesouro – caberia em onze meses um total de R$ 22 mil a cada contribuinte no período. Ou seja: R$ 2 mil reais mensais para bancar a máquina pública. Sem somar os impostos municipais.
Se utilizarmos como régua de cálculo as 601 mil pessoas ocupadas (de uma PEA de 1,2 milhão de pessoas) – com ou sem carteira – a média cai para R$ 12 mil por cabeça. Ou: R$ 1 mil por mês para cada um que esteja ocupado no Estado, com ou sem carteira.
Considerando toda a população (1,572 milhão de habitantes) tem-se no Estado um imposto per capita de R$ 4,7 mil para cada um morador, de mamando a caducando, empregado ou desempregado, ocupado ou desocupado.
Sem sair de casa e na rua da amargura os 12% de desocupados (567 mil almas) estaria participando do rateio mensal de impostos de R$ 420 a cada 30 dias.


