A ponte sobre o rio Tocantins em Porto Nacional começa a sair do papel. Intuo que será a maior obra física do governo Mauro Carlesse. É uma ponte que pelo menos quatro ex-governadores tentaram viabilizar: Siqueira Campos, Marcelo Miranda, Carlos Gaguim e Sandoval Cardoso.

Muitos realçam equívocos de Carlesse deixando de lado os acertos. Uma relação que vejo mais positiva que negativa. O Governador enxugou a máquina, enquadrou o governo no rigor fiscal e dá seguimento a obras já iniciadas.

Fechou o ano com superávit financeiro e já acena com acerto dos passivos com servidores. Não é pouco para dois anos e três meses. E aponta para início da duplicação das rodovias Palmas/Porto e Palmas/Paraíso. Projetos que não saíram das pranchetas nos outros governos.

O acerto administrativo  entretanto não tem encontrado correspondência no desempenho político imediato com suas ações não provocando ressonância em determinados segmentos da população. Como é o caso de Porto Nacional onde as pessoas não perceberam, ainda, a importância decisiva de Carlesse para a obra que é fundamental não só à cidade.

É nítido certo preconceito com Mauro Carlesse. Uma  avaliação equivocada pois os números demonstram o contrário. O governo tem equívocos mas apresenta mais acertos que os antecedentes.

E se isto se dá é porque o Governador tem uma equipe (secretariado e administração indireta) preocupada com o governo (e não com construção de candidaturas pessoais) e por ter construído uma base de sustentação parlamentar aos projetos de sua administração.

Uma escolha, por óbvio, de Carlesse e que não se dá também por acaso.

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Ponto Cartesiano

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