O governo deixou de repassar ao Bradesco apenas nos anos de 2019 e 2020 o montante de R$ 8,7 milhões de parcelas de empréstimo pessoal e de cartão de crédito com consignação em folha de pagamento dos servidores ativos, inativos e militares.
A cobrança é feita pelo Bradesco e integra o processo de prestação de contas do governo do Estado do exercício de 2019. Além do não pagamento, a conselheira Doris Coutinho, do Tribunal de Contas do Estado, apontou a ausência de escrituração contábil dos valores retidos.
No parecer da Conselheira, anexado ao processo que tramita na 4ª Relatoria (de relatoria do conselheiro Napoleão Sobrinho), a titular da 5ª Relatoria reconhece a inconsistência mas nega ao Bradesco decisão cautelar pelo pagamento, alegando que poderia poderá impactar nas políticas públicas de áreas sensíveis para a população.


