Deputados e senadores do Estado permanecem inertes na discussão das emendas pix suspensa na sexta pelo Supremo Tribunal Federal.
A falta de transparência e a inexigibilidade de convênios e projetos para a liberação da grana favorece não só as prefeituras.
O dinheiro cai direto e a partir daí já é considerado recurso não vinculado, livre.
De 2021 (quando foram criadas pelo Congresso) até 2024, passou de R$ 600 milhões para os R$ 8,2 bilhões previsto na OGU deste ano.
Os congressistas do Estado fizeram uso nos últimos dois anos de R$ 472 milhões de emendas pix. E que é pix, porque automático o crédito.
Diferente de outras emendas que necessitam de estudos técnicos, projetos e cumprimento de exigências legais para serem liberados na conta da prefeitura.
O senador Irajá Abreu é o campeão com R$ 54,27 milhões (Monitoramento das Transferências Especiais). Em segundo vem Osires Damaso (candidato a prefeito de Paraíso) que mandou R$ 40,83 milhões. Paraíso tem posição de destaque na relação nacional.
A senadora Dorinha Seabra vem em terceiro com a liberação de pix de R$ 38,51 milhões, Tiago Dimas ( R$ 32,66 milhões), Dulce Miranda (R$ 31,96 milhões).
Depois vem Célio Moura (R$ 30,92 milhões), Bispo Guaracy (R$ 29,21 milhões), Eduardo Gomes (R$ 26.48 milhões), Carlos Gaguim (R$ 25,38 milhões), Vicentinho Junior (R$ 24,92 milhões) e Eli Borges (R$ 18,3 milhões).
E o funcionalismo lacrando o blog por conta dos apontamentos acerca de mais um feriado religioso estadual que os deputados devem aprovar em regime de urgência.


