Sábado, 24 de Out de 2026

Com Luana de botas em seu alazão, PCdoB agora vai à luta à frente de PT/PV cercar as cidades com seu exército popular contra a direitona!!!! E dividindo para somar! Um espanto né Zé!!!

05/04/2022 762 visualizações

Esse Zé Roberto ainda vai acabar com o PT no Tocantins e refundar PSOLdoZ com sua militância e de forma burra quando até Guilherme Boulos, liderança maior do partido no país, abdicou de sua postulação ao governo de São Paulo para engrossar o cordão de Lula. Descobriu que a hora para a oposição é de atrair e não expelir.

É impressionante o número de crises que Zé Roberto provoca no partido que, no final, acabam rendendo-lhes dividendos pessoais. Tudo em nome do petismo autofágico democrático!!. Ganhou até na derrota de Paulo Mourão para o Senado como nas escolhas nas eleições municipais.

Uma construção da estratégia zerrobertiana de minar adversários dentro do próprio partido, dizendo-se apoiador mas permanecendo inerte, beneficiando com a omissão os opositores ao programa petista. Uma soma indiscutivelmente negativa aos projetos do PT que, a esta altura, deveria estar pedindo apoios ao seu candidato e não empurrando mais apoios aos adversários de fora.

Se antes a estratégia era subliminar no método, isto ficou no passado com a nota de exclusão de deputados com mandato das eleições deste ano, explicitando de vez sua finalidade mais subtracionista que somatória à legenda e seus projetoso nacionais.. O PT tem dois deputados estaduais, o PV apenas um (Issam Assado foi para o Republicanos) e o PCdoB dois: Ivory e agora Luana Ribeiro. Tudo sem qualquer consulta ou autorização do diretório nacional. E partidos são nacionais.

Ficou nítido ontem à tarde, assim, o que este blog apontara pela manhã: a impropriedade e potência avassaladora das movimentações de Zé Roberto e Cláudia Lélis (PV) para detonar a campanha de Paulo Mourão ao governo. A Cláudia, como é notório, a nota não interfere, do ponto de vista da candidatura, em nada  já que é a única deputada do partido o que suscitaria a indagação sobre motivação do endosso que só acarretaria problemas. Se não a beneficiaria, a quem ela tencionava ajudar é a questão primeira do seu movimento em direção à nota escabrosa.

Mas no PT e no PC do B não é bem assim. Zé Roberto presidente do partido, terá preferência, por óbvio (domina o diretório) contra Amália Santana, da corrente oposicionista do partido. ´É do grupo de Célio Moura, Paulo Mourão, Donizete Nogueira, José Santana, Zé Dirceu, Lula, Gleise Hoffman. A corrente de Zé Roberto é mais a esquerda ainda que ele responda na Justiça por açoes que envergonhariam o proletariado operário que leva sua marmitinha para o trabalho e ganha o mínimo do mínimo

Como é óbvio, se Paulo perde, outro ganha. No caso, por aproximação, um ativo que cai diretamente no colo de Wanderlei Barbosa, de quem os quatro parlamentares (Zé Roberto, Cláudia, Ivory e Luana) eram (e ainda o são) fiéis aliados. Daqui a pouco reivindicarão de Paulo a expressão de Nelson Rodrigues: me perdoe por me traíres.

Digo Zé Roberto e Cláudia Lélis – os elaboradores da carta  manifesto - porque os demais deputados da tal Federação PT/PV/PCdoB (ainda não formalizada), Amalia Santana, Ivory Lira e Luana Ribeiro não assinaram a primeira nota do grupo “concedendo” o direito de apenas um deputado ter vaga garantida na nominata para tentar a reeleição.

Como apurou este blog, Ivory não apóia (e nem assinou) a nota. Luana fez circular outra nota ontem (atribuindo-a a uma suposta Comissão Política do PCdoB, divulgada sem assinatura) que o partido a receberia de braços abertos e buscaria a unidade, defendendo o estrupício que joga os deputados do partido a tirar sua sorte no “palitinho” para integrar a nominata de candidatos que pela lei devem ser decididos em convenção. Deve ser uma revolução matemática, retórica e semântica espetacular unir dividindo.

De outro modo: se Cláudia Lélis está a cavalheiro oferecendo hipoteticamente a Wanderlei uma crise da Federação (que se oficializada no TSE os partidos serão considerados como um só partido), Zé Roberto ganha holofotes pela burrice que, eleitoral e financeiramente não teria nada de jumentice. Mesmo que contrarie Lula e  direção nacional petista que tem se movimentado em sentido contrário: agregar e não dispersar.

Não é a primeira tentativa do presidente do PT de derrotar o PT no Estado.

 

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