Quando a prefeita Cínthia Ribeiro demitiu auxiliares dentro do prazo da legislação eleitoral (desincompatibilização) parte das redes sociais retroalimentadas por setores da imprensa regurgitou crises inexistentes.
Ora, primeiro uma obviedade: demitir cargos em comissão não é prerrogativa, mas competência daquele que tem o poder constituído para tal. E não teria hora marcada.
No caso, se um secretário quisesse ser candidato e não saísse do cargo, as consequências da inelegibilidade recairiam somente nele. E não na prefeita.
É racional supor, por outro lado, que a prefeita até tivesse sido condescendente aproveitando o calendário eleitoral (do que eleitoralmente não se aproveitaria) para mexer no secretariado sem causar passivo naquele que fora substituído.
Pois bem: a prefeita Cínthia Ribeiro, decorrido o prazo de escolhas, publicou no Diário Oficial da noite de ontem (sem a amplificação nos mesmos meios que teve as demissões) a recondução ao cargo dos afastados.
Dentre eles, o Infraestrutura (Antônio Trabulsi), Planejamento (Iron Bringel), Comunicação (Ivonete Mota), Agência de Serviços Públicos (Marcelo Wallace), Secretaria da Mulher (Simoni Sandri), Giovani de Assis (Fundação Cultural), Rodrigo Alexander (PreviPalmas) e Mila Jaber (Desenvolvimento e Turismo).


