Sábado, 24 de Out de 2026

Cínthia renomeia secretários que afastara por força da legislação eleitoral, mas não tem a mesma amplificação que se deu às demissões tratadas como crise que vê-se agora tão artificial como de fato já o era antes

05/04/2022 1073 visualizações

Quando  a prefeita Cínthia Ribeiro demitiu auxiliares dentro do prazo da legislação eleitoral (desincompatibilização) parte das redes sociais retroalimentadas por setores da imprensa regurgitou crises inexistentes.

Ora,  primeiro uma obviedade: demitir cargos em comissão não é prerrogativa, mas competência daquele que tem o poder constituído para tal. E não teria hora marcada.

No caso, se um secretário quisesse ser candidato e não saísse do cargo, as consequências da inelegibilidade recairiam somente nele. E não na prefeita.

É racional supor, por outro lado, que a prefeita até tivesse sido condescendente aproveitando o calendário eleitoral (do que eleitoralmente não se aproveitaria) para mexer no secretariado sem causar passivo naquele que fora substituído.

Pois bem: a prefeita Cínthia Ribeiro, decorrido o prazo de escolhas, publicou no Diário Oficial da noite de ontem (sem a amplificação nos mesmos meios que teve as demissões) a recondução ao cargo dos afastados.

Dentre eles, o Infraestrutura (Antônio Trabulsi),  Planejamento (Iron Bringel), Comunicação (Ivonete Mota), Agência de Serviços Públicos (Marcelo Wallace), Secretaria da Mulher (Simoni Sandri), Giovani de Assis (Fundação Cultural), Rodrigo Alexander (PreviPalmas) e Mila Jaber (Desenvolvimento e Turismo).

Compartilhar

Deixe seu comentário

Mais em Ponto Cartesiano