A prefeita Cínthia Ribeiro tem feito o dever de casa na Covid-19 (já vacina adolescentes) e aplicado mais que o previsto na saúde (17,92% contra o mínimo obrigatório de 15% no primeiro semestre). E há obras pela cidade.
Fechou o terceiro bimestre de 2021 com um superávit orçamentário (receitas menos despesas) de R$ 179,4 milhões e um resultado nominal ( receitas menos despesas considerados juros mais encargos da dívida) positivo de R$ 115 milhões.
Os dois indicadores já seriam suficientes para determinar o desempenho fiscal do Executivo metropolitano. Mas, além disso, a Prefeitura quitou em três anos o equivalente a R$ 280 milhões de exercícios anteriores.
São contas que remontam a 2013 (R$ 4,1 milhões), 2014 (R$ 6,9 milhões), 2015 (R$ 22,3 milhões), 2016 (R$ 52 milhões), 2017 (R$ 49 milhões), 2018 (R$ 71 milhões), 2019 (R$ 59 milhões) e 2020 (R$ 15,8 milhões).
Como é possível notar, R$ 205 milhões dizem respeito a administração de Carlos Amastha.


