A Prefeitura da Capital fechou o terceiro quadrimestre de 2021 com números melhores que os registrados no segundo quadrimestre. De agosto a dezembro o Executivo metropolitano reduziu, proporcionalmente, o comprometimento de receitas públicas com o pagamento de salários do funcionalismo.
Os números publicados ontem demonstram uma redução de 5,2% na relação despesas de pessoal/receita corrente líquida. A prefeitura gastava 52,05% da RCL com funcionalismo em agosto e agora compromete apenas 49,32% da receita corrente líquida ajustada. O limite máximo é 54%.
A redução resulta, como o governo, em larga medida pela elevação da receita líquida. Em agosto a prefeitura registrou uma RCL de R$ 1,239 bilhões contra os atuais (dezembro) R$ 1,393 bilhões. Já as despesas com salários eram R$ 645 milhões em agosto e passaram para R$ 654 milhões em dezembro (últimos doze meses).
Fechando a conta, a prefeitura manteve-se enquadrada na Lei de Responsabilidade Fiscal e fechou o ano com uma disponibilidade de caixa líquida (descontados os restos a pagar não processados) de R$ 688 milhões.


