O processo de cassação do mandato do senador Sérgio Moro tem ingredientes para arrepiar candidatos a prefeito no Estado.
A acusação feita a Moro por PL e PT (acatada pelo Ministério Público) é de abuso de poder econômico na pré-campanha.
Deve ter prosseguimento em fevereiro, como determinou em regime de urgencia em pleno recesso do Judiciario, o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE.
Pelo Ministério Público do Paraná, antes de ser candidato a senador, Moro gastou recursos numa pré-campanha a presidente.
Enquanto os demais pré-candidatos respeitavam as regras da Justiça Eleitoral.
Como a exposição pública (redes sociais e etc) tem custos de produção e veiculação e o prazo para campanha eleitoral ainda não foi aberto, dispensa-se maiores investigações para igualar as condições dos pré-candidatos.


