Sábado, 24 de Out de 2026

Bumerangue do não raciocínio de campanha

05/08/2022 783 visualizações

A deputada federal Dorinha Seabra (candidata ao Senado) apontou na noite de ontem o que considera uma impropriedade:políticos familiares. O problema para Dorinha demonstrar sua tese passa por algumas provas e comprovações: a circunstância (só após a convenção de sua adversária direta, Katia Abreu, que teria, sem apoio do governo, reunido 50 prefeitos e lotado a Feira do Aureny), e, evidentemente, sua própria formação política. Dorinha (cujo marido foi vereador na Capital) vai disputar na chapa de Wanderlei Barbosa (que tem o filho deputado estadual e o irmao vereador de Palmas), e a própria Dorinha foi forjada ao longo dos anos no grupo de Siqueira Campos (que fez o filho deputado federal, senador, prefeito de Palmas e hoje deputado estadual e cooordenador politico do governador do Estado, cabeça da chapa de Dorinha). Mais: Dorinha é aliada de Cínthia Ribeiro, que entrou na política agregando os votos do senador João Ribeiro (de quem ficou viúva) e hoje pede votos para o  marido, Eduardo Mantoan, para deputado estadual. Mais não bastasse a possibilidade de qualquer um poder se candidatar é constitucional que foi por certo determinante  na legislação eleitoral. Dorinha faria melhor à sua tese se defendesse no Congresso a mudança constitucional da limitação de direitos de cidadania por conveniências eleitorais. Ou seriam eleitoreiras reativas as considerações criticas da agora candidata ao Senado pelo União Brasil na chapa do bolsonarista Republicanos, da base de Bolsonaro que tem um fiho senador,, outro deputado federal e um tercerio vereador na cidade do Rio de Janeiro.

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