Dissemina-se nas redes sociais como “grande achado” uma suposta intenção da ala política do Palácio Araguaia de levar adiante a criação de uma Secretaria para atender lideranças comunitárias.
A proposta, claro, carrega remetentes transparentes na forma, método e mérito a um ano das eleições municipais.
Da mesma maneira que ressuscita o anacronismo da classe política de usar dinheiro público para seus projetos eleitorais individuais.
O governo já tem uma Secretaria Extraordinária de Participações Sociais e Políticas cuja única função é a de cabide de empregos.
Mais não bastasse, o contribuinte já banca do seu bolso vereadores e deputados para desempenharem a função justamente de “lideranças” da população no encaminhamento de suas demandas.
E que, pelo formato em vigor, seriam justamente os canais de representação para atender as lideranças da comunidade nas suas necessidades.
Mas eles não querem isto: tencionam, na verdade, elevar o capital eleitoral do secretário que assumiria a tal Secretaria de Lideranças Comunitárias.
Em ano pré-eleitoral. É ver se o governador Wanderlei Barbosa irá carimbar o estrupício que tem potência suficiente para contaminar seus esforço político, administrativo e fiscal.
Enquanto isto, persistem as estatísticas da PNAD contínua e do Cadastro Único do bolsa família do governo federal no Estado.


