A posse do primeiro suplente do PSB, Junior Brasão, no cargo de deputado estadual no lugar do deputado Moisemar Marinho (também do PSB) assemelha-se mais aos mistérios das novelas de Janete Clair que as críticas políticas e de costumes da obra do marido, Dias Gomes. Uma mistura de Pecado Capital e Roque Santeiro.
Senão vejamos: como apurou o blog, o deputado Moisemar Marinho pediu ontem à Assembléia Legislativa licença para assumir o cargo de secretário.
A partir disso, o Legislativo teria 48 horas para comunicar o suplente. Ocorre que Junior Brasão, decorridas 24 horas, ainda não havia sido localizado até esta tarde para ser notificado.
Se não for notificado dentro destas 48 horas, o Legislativo é obrigado a convocar o segundo suplente do PSB, Gilberto Morais. E aí, Brasão perderia a primeira suplência.
Brasão teria estado na Assembléia antes do comunicado de licença de Moisemar Marinho. Na relação de documentos estaria a exigência de uma declaração de renúncia do mandato de vereador.
E isto, como apurou blog, pode ter “amarelado” o vereador, apesar do parecer da Procuradoria Jurídica da Câmara de Vereadores de Palmas e o caso do vereador Ivory Lira que é assemelhado.
Ou seja, Brasão não seria uma "brasa-mora" assim. Estaria refugando, com o pé atrás e nenhum à frente. Deve ter com seus botôes: e se....?
Se aparecer e for notificado, Brasão teria mais 30 dias para assumir a vaga de Moisemar Marinho. Para completar, procurado pelo blog no horário de almoço, o presidente regional do PSB, Carlos Amastha, informou que teria falado com Brasão e que tudo estaria tranquilo.
E aí: Brasão aparece e assume ou cai na maravaia e pica a mula de volta para segurar sua vaga de vereador?
Odorico Paraguassu (de Roque Santeiro de Dias Gomes) e Carlão (Pecado Capital de Janete) devem estar “estrebuchando” de tanto darem gargalhadas.


