A Assembléia Legislativa do Estado tem orçamento de R$ 393 milhões para 2025. Ou: R$ 32,7 milhões mensais. Consumiu, no entanto, só em janeiro deste ano R$ 56 milhões. Ou R$ 24 milhões (75%) a mais.
Em janeiro de 2024 tinha empenhado R$ 59 milhões para um orçamento mensal de R$ 29,5 milhões (R$ 354 milhões anuais).
Iniciou o ano legislativo repetindo modos. No ano passado, teve um orçamento de R$ 359 milhões e gastou até dezembro R$ 407 milhões. O equivalente a R$ 48 milhões a mais. Foi socorrido pelo excesso de arrecadação do tesouro.
Como não produz nada além de papel e, não raro, prejuízo do contribuinte, a conta você já sabe onde será pendurada.
Além dos salários (R$ 46 mil com aquela representação de 2024/R$ 13 milhões anuais), os deputados receberam no ano passado R$ 30,7 milhões de Codap, R$ 1,054 milhão de auxílio moradia, R$ 4,7 milhões de auxílio representação.
E teve outras despesas curiosas: gastou R$ 2,7 milhões com consultoria em radiodifusão, R$ 17 milhões de publicidade e duas empresas de um mesmo proprietário receberam R$ 10 milhões por limpeza e segurança daquele prédio da Assembléia. Contratos renovados sem licitação e por aditivos.


