Os números são eloquentes, mas os exportadores de commodities do Estado (carne, soja e derivados) podem fechar o ano com menos faturamento do que em 2018. Ainda que se contabilize a cotação do dólar que eleva os preços dos produtos brasileiros.
Uma equação, entretanto, que leva em conta, ainda, que transformados em reais, os valores das exportações reduziriam o volume que os produtores tem respondido com aumento de produtividade.
O desempenho deve seguir o registrado pela balança comercial brasileira que demonstrava (no boletim semanal do final do ano) uma queda de 7,5% nas exportações em dezembro. Atribuído à retração nas compras (especialmente de commodities) do Oriente Médio e Ásia, destino da maioria dos produtos de exportação do Tocantins, decisivos na balança comercial do Estado.
Até novembro, os produtores do Tocantins já tinham exportado US$ 1,021 bilhões (R$ 4,1 bilhões na cotação do dólar deste sábado). Um valor 26,61% inferior aos US$ 1,204 bilhões (R$ 4,8 bilhões) de 2018.
Se compararmos apenas de janeiro a novembro, o Estado havia registrado um saldo comercial de US$ 867,13 (R$ 3,5 bilhões). Exportações 11,78% inferiores ao mesmo período de 2018.


