O PT pode lançar um candidato novo ao Senado na chapa majoritária que deve ser encabeçada pelo ex-deputado Paulo Mourão. É o que apurou o blog nas hostes petistas.
A estratégia segue após a constatação de que no Estado pode não ser possível repetir a aliança nacional com o PSB. Não só por questões ideológicas, mas de falta de entendimento acerca de divisão de custos.
O partido, que é presidido pelo ex-prefeito Carlos Amastha, tem se aproximado do PSC, do deputado federal Osires Damaso na medida em que se afasta do palanque petista.
Amastha também estaria com atritos com o senador Irajá Abreu, do PSD, um dos partidos que tem apoiado Lula em alguns Estados como Minas Gerais.
E, para petistas, o ex-prefeito estaria enrolando Wanderlei Luxemburgo dado que o técnico de futebol não teria, a priori, os votos necessários a uma legenda que garantisse ao próprio Amastha uma vaga na Câmara dos Deputados.


