Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Amastha reúne PSB para discutir reformulação partidária mas deve mirar, mesmo, é as eleições do próximo ano!!

luizarmandocosta 29/11/2019 393 visualizações

O PSB anuncia discussão neste sábado sobre reformulação partidária. O ex-prefeito Carlos Amastha (um dos vice-presidentes nacionais da legenda) segue na sua guerra de posições. O PSB pode juntar-se (fusão ou aliança) com o PDT que no Estado é coordenado pela senadora Kátia Abreu.

Amastha já esteve mais próximo de Kátia. Nas eleições de 2016 ofereceu o cargo de vice-prefeito à Senadora. A aliança não decolou porque a parlamentar teria indicado ao cargo o filho, ex-vereador Iratã Abreu.

Isto nas próprias palavras de Amastha em conversa com este blog meses atrás. Para Amastha, a Senadora poderia indicar qualquer um, menos da família. Kátia não topou e, é possível deduzir, que, antecedente à discussão sobre critérios de escolha, não entraria numa aliança com um cargo na chapa com indicação condicionada.

Pela lógica da proposição de Amastha, é  dado avaliar, sua indicação dependeria do ex-prefeito e não dela. Ainda que, em tese, Amastha tivesse mais condições políticas para fundamentar seu argumento perante o eleitor. Kátia não aceitou o nó, apoiou Raul Filho e o PSDB indicou Cinthia Ribeiro.

Amastha e o grupo de Kátia já conversam há meses. No grupo também se inclui o petista Paulo Mourão, Irajá Abreu e o PR de Vicentinho Junior. Uma aliança eclética posto conhecidos os atritos anteriores.

É um grupo que pode, coordenados e controlados vaidade e interesses, aliar-se com vistas não só a 2020, mas 2022 na disputa pelo Palácio e que Amastha pontua candidatar-se. É uma aliança até natural em função de suas posições em relação ao Palácio Araguaia. Como disse, uma guerra de movimentos e de posições.

É uma aliança que pode cristianizar, também por pura lógica, o suposto pré-candidato de Carlos Amastha à prefeitura da Capital, vereador Thiago Andrino. Isto porque este grupo aí não vai entregar (apoiar) a Amastha um prefeito de Capital e depender da vontade política de Amastha na majoritária daqui a três anos, diante da possibilidade de levarem um olé do ex-prefeito.

Cabe a Amastha convencê-los do contrário. Se conseguir, o grupo não será um adversário fácil de ser enfrentado.

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