O vereador Carlos Amastha (que é presidente regional do PSB) recolheu a linha do deputado Moisemar Marinho.
Desde as eleições, o deputado se movimenta como se fosse de partido da base do Palácio Araguaia. E o PSB não tivesse comando regional.
Na campanha do ano passado marchou com Janad Valcari. Enquanto o seu partido seguiu com Eduardo Siqueira.
Moisemar esta semana concedeu a Amastha motivos para expor a infidelidade partidária.
Ao fazer uso do legal pagamento de contribuição ao partido como mola de propulsão de uma suposta pressão ilegítima, o deputado iluminou a questão.
Pela lei, mandatos são do partido. Além do mais, na campanha de 2022 (em que foi eleito), esse partido explorador que seria o PSB bancou 96,28% de suas despesas de Campanha.
E o próprio Amastha entrou com outros 0,55% dos R$ 395 mil que gastou.
Mas Moisemar crê que pode sair por aí serelepe (fora da janela partidária) a criticar taxas do partido (que até associação de bairro cobra) como expediente para abrir a possibilidade de sair da legenda com o mandato.


