O Estado continua registrando recordes de exportação no agronegócio. Os produtores de soja, milhõ e carne exportaram de 1º a 31 de janeiro de 2023 o montante de R$ 515,7 milhões (US$ 98,9 milhões). O valor é 44,4% superior ao exportado em janeiro do ano passado.
Em janeiro, a maior exportação do Estado foi de milho, na ordem de US$ 48,2 milhões (R$ 251 milhões) - 49% das exportações – ficando a carne no segundo lugar com 32% das exportações (R$ 164,6 millhões). A soja – por causa da entressafra – amargou a terceira colocação com R$ 19,8 milhões (3%). Perdendo até para a exportação de farelo com R$ 36 milhões.
No ranking de exportações, o agronegócio do Estado perdeu posições em janeiro já que fechou 2022 representando 0,9% das exportações do país. Maior que os 0,5% registrados em janeiro. Desceu da 14ª posição (2022) para a 18ª colocação dentre os Estados exportadores.
Os produtores fecharam 2022 exportando US$ 3.087,6 bilhões que na cotação de 31 de dezembro do ano passado equivaleria a R$ 16,1 bilhões. Com isenção de imposto na exportação e alíquota na circulação interna na faixa dos 2%.
Só de carne o faturamento foi de R$ 2,9 bilhões. No mercado interno, entretanto, de fevereiro de 2022 a janeiro de 2023, o segmento carnes e derivados recolheu de imposto (ICMS) apenas R$ 132 milhões.
E setores do governo não param de coçar a mão diariamente para conceder-lhes mais benefícios fiscais. Já há secretarias que poderiam, como se comenta nos bastidores políticos, mudar de nome: passariam a serem denominadas de Secretaria Especial para Isenções.


