O vereador Carlos Amastha (PSB) tem tocado em feridas que podem sangrá-lo ou controntá-lo.
Uma espécie de altruísmo que pode ser benéfico à população. O ex-prefeito tem se destacado na legislatura.
Busca enquadrar a BRK quando parcela das regras atuais foram endossadas, em larga medida, sob sua gestão na prefeitura. E sem passar pela Câmara.
E agora sinaliza pedir CPI nas despesas de anteriores (DEAs) deixadas por Cínthia Ribeiro.
DEAs são previstas em lei, mas representam exceções. Devem, portanto, ser restritas. E aí a fiscalização proposta por Amastha é essencial.
O governo do Tocantins, no entanto, pagou em 2023 o montante de R$ 797 milhões de DEAs.
Fechou 2024 com restos a pagar não processados de R$ 915 milhões.
E não há deputado pedindo CPI.
O próprio Carlos Amastha entregou a administração a Cínthia com R$ 71 milhões de DEAs, em abril de 2018.
Ele pagou DEAs de R$ 22,4 milhões (2015), R$ 50 milhões (2016) e R$ 49 milhões (2017). E deixou R$ 71 milhões para 2018.


