“Devorando” a Antologia dos Patronos da Academia Goiana de Letras (editada recentemente) me encaminhada pelo poeta e escritor goiano Adalberto de Queiroz (cronista de O Popular), que ocupa, desde 2019, a Cadeira de nº 32 da AGL cujo patrono é o ex-deputado federal, médico e jornalista portuense Francisco Ayres da Silva.
A Antologia é um belo trabalho conduzido pelo presidente da Academia, o poeta e amigo Ubirajara Galli (2021/2023). São 40 cadeiras na AGL. A obra conta a história dos patronos narradas pelos atuais ocupantes. E, claro, com o perfil de cada membro da Academia.
O texto de Adalberto de Queiroz (ocupante da Cadeira 32/Francisco Ayres da Silva) está na página 315 da Antologia, onde Adalberto registra “alguns dos feitos e traços biográficos” de Dr. Chiquinho.
Um relato denso, conteúdo formidável, onde o escritor e poeta resgata informações preciosas que levantou em instituições oficiais. Aliás, a Antologia dos Patronos da Academia Goiana de Letras deveria integrar as bibliotecas do Estado, dado o seu inestimável valor histórico.
Honrou-me Adalberto encerrar o perfil do Patrono da Cadeira 32 da AGL. O texto “Dr. Chiquinho: para que não deixe de estar impresso em cada peito” – que cometi - é pouco do muito que o ex-Norte de Goiás deve ao médico.
Pincei o título (e a emoção) de trecho do discurso que minha tia-avó, Generosa Pinto de Castro, fez em nome da população portuense ao deputado federal quando trouxe os primeiros veículos para a região em 16 de fevereiro de 1.929. Ele próprio um dos meus ancestrais (o pai era colateral de 1º grau de meu bisavô).
Um livro enriquecedor a Antologia para quem se interessa em conhecer parte da história de Goiás e do Tocantins a partir de homens eméritos como os patronos da Academia Goiana de Letras.


