Quarta-feira, 3 de Jun de 2026

Vicentinho reage a grupos organizados financiados por adversários nas redes sociais que trazem à tona denúncia anônima de cinco anos atrás contra o candidato do PSDB, no governo de Mauro Carlesse, rechaçada pela PF e STF

03/06/2026 129 visualizações

O deputado Vicentinho Jr (PSDB) – pré-candidato ao governo do Estado – disse hoje ao blog que não encontrou outra opção para afastar de sua campanha tentativas de grupos nas redes sociais de atingir-lhe com acusações infundadas.

"Ainda que muitos companheiros tenham achado que tentei ofender o ex-governador, não foi esta a intenção, mas tenho que me defender", salientou.

Com efeito. Grupos organizados (ilegais, claro) nas redes sociais partiram para trazer à tona situação descartada pela Polícia Federal e STF contra o deputado de cinco anos atrás.

Fato criado no governo de Mauro Carlesse por delegados sob seu comando. Lá, delegados publicitaram supostos desvios de Vicentinho, denunciados por carta anônima na SSP.

Escreveu a Polícia Federal no seu relatório (e acatado pelo STF) sobre o caso que os adversários de Vicentinho propagam como, por exemplo, sobre um veículo de sua irmã e de uma empresa:

"A notícia-crime a pócrifa 2°7 , encaminhada para a DECOR, circularizou amplamente em grupos de WhatsApp no período da repercussão na imprensa. De acordo com o comunicado oficial da Secretaria de Segurança Pública de Tocantins, a notícia-crime apócrifa foi recebida no dia 28 de fevereiro de 2020 e encaminhada para a Divisão Especializada de Combate à Corrupção - DECOR, que instaurou a Verificação Preliminar de Informação (VPI) n° 005/2020.”

“A instauração da VPI pela DECOR tinha o claro propósito de robustecer a notícia de crime anônima e, com isso, aumentar a probabilidade da instauração de Inquérito Policial na Polícia Federal. A organização/associação criminosa acreditava que a mera narrativa de fatos, sem qualquer confirmação das condutas e ainda com origem anônima, poderia enfrentar dificuldades para se transformar em inquérito policial na PF.

Dessa vez, a estrutura da Divisão Especializada de Combate à Corrupção — DECOR, cooptada totalmente pela organização/associação criminosa a partir do dia 06/11/2019, foi utilizada de forma ostensiva para legitimar e robustecer uma alegada notícia-crime anônima e, com isso, viabilizar uma investigação criminal em face de adversários políticos de membros da organização/associação criminosa.”

Essa polícia aí era a polícia de Mauro Carlesse. E esse aí é o caso que retorna como fake.

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