A antipodia entre as famílias Barbosa e Siqueira é histórica. Data da criação do município de Taquarussu do Porto e do início de Palmas.
O siqueirismo não registra que Fenelon tenha sido o primeiro prefeito eleito de Palmas. Usam subterfúgios para cultuar que Eduardo seria o primeiro prefeito eleito da cidade. Na verdade, Eduardo foi o primeiro prefeito eleito EM Palmas e não DE Palmas.
Fenelon Barbosa (pai de Wanderlei) deslocou a sede do município para o qual fora eleito (Taquarussu) para a região de Canela.
Criada Palmas, Siqueira Campos (governador) apropriou-se do FPM de Fenelon, deixando o prefeito sem grana. E, conforme Wanderlei e irmãos, teria demitido os parentes de Fenelon, mesmo os concursados.
Ontem, Wanderlei teria declarado a Eduardo (conforme atribui a Comunicação da Prefeitura) na inauguração de um auditório de uma escola municipal isto aqui:
“Esta escola foi feita por seu pai. É importante cultivar esse legado. Vamos contar essa história juntos. O amor que temos por essa cidade vai nos unir”.
E Eduardo discursado isto:
“Apegado como sou à história, tenho certeza de que esse período marcará um momento em que Palmas será uma prioridade em nossos corações.
Melhores amigos. Amigos para sempre!!
E o que os uniria (conforme a divulgação): investimentos. Ou seja, o amor seria movido a interesses que não do coração.
Como a prefeitura não tem nada a oferecer ao governo (recursos) além de imóveis públicos da cidade (sobre os quais tem o domínio), o armistício serviria para, aparentemente, desovar projetos travados por Cínthia Ribeiro (Cidade do Automóvel, Centro de Convenções, Parque Industrial...) e que beneficia, direta e indiretamente, deputados, membros do TCE, do Judiciário e grandes empresários com áreas próximas aos logradouros.
Tudo pelo social, como promovia o ex-presidente José Sarney, no exercício da Presidência pelo MDB depois de toda uma vida na Arena.


