Sábado, 7 de Fev de 2026

STF pega Defensoria do Estado de calças curtas na pretensão política de criar sua própria licença compensatória. Despesas com salários nos poderes foram reajustadas em até 75% - quatro vezes a inflação - com Wanderlei no Executivo

07/02/2026 205 visualizações

A decisão do ministro Flávio Dino (STF) de mandar poderes extinguirem os penduricalhos pegou a Defensoria Pública do Estado pelo pé.

O órgão entabulava projeto que criava sua própria licença compensatória. E que já existe nos demais poderes.

A Defensoria é o “patinho feio” rico do Estado nos quatro anos de Wanderlei Barbosa na chefia do Executivo.

Ali, os gastos anuais com salários passaram de R$ 140,4 milhões (2021) para R$ 188,05 milhões no ano passado.

Um crescimento de 33,92%. São “apenas” R$ 47 milhões a mais. A inflação (2022/2025) ficou em 19,42%. Um ganho real de 14,5%.

No Tribunal de Justiça (o grande irmão), os salários subiram de R$ 565,6 milhões (2021) para R$ 889,06 milhões (2025).

Um crescimento de R$ 323,4 milhões (57,17%) no bolso dos servidores. Contra aquela mesma inflação de 19,42% que corrigiu o salário do andar de baixo. Um ganho real de 37,68%.

Mas o campeão hors-concours é o Ministério Público Estadual com seus penduricalhos.

Saiu de despesas com salários de R$ 153 milhões no ano (2021) para R$ 268 milhões (2025).

Um avanço de R$ 115 milhões a mais (75%) em quatro anos. Para a mesma inflação de 19,42%.

Um crescimento real nas despesas com salários de espantosos 55,58%. Sem produzir um centavo de receita.

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