Outro princípio falho do Legislativo na dupla eleição: se o deputado Leo Barbosa, que é filho do governador, for eleito para o segundo biènio, caberá a ele decidir de coloca ou não em apreciação no Legislativo eventual pedido de investigação do governador Wanderlei Barbosa, seu pai. É a letra fria da Constituição: cabe ao presidente do Legislativo decidir se coloca ou não os pedidos para tramitar. Mauro Carlesse, por exemplo, só caiu em desgraça depois que o deputado Antônio Andrade colocou, após o STJ, o pedido para andar. Jair Bolsonaro teve mais de 150 pedidos de impeachment engavetados pelo presidente da Câmara, Arthur Lira. E ninguém podia fazer nada. É ver o que entenderá o Supremo Tribunal Federal. Um desgaste inútil e que poderia ser evitado, não fora as razões do afeto, contaminando a musculatura política não só do governo, mas do deputado Leo Barbosa que saiu das urnas com a maior votação do Estado. Mas não um poder absoluto, como se vê
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