O vereador Marilon Barbosa tem, não raro, recebido críticas de vereadores pelo ritmo que impõe as demandas dos parlamentares. Muito devagar, argumentam. Pode ser prudência, afinal o presidente do Legislativo não toma decisões como um vereador qualquer. O aval ao decreto legislativo para anular a concessão da BRK é uma tomada de posição forte e que requer fundamentos e coragem para fazê-lo já que poderia barrar a pretensão dos vereadores, ainda que legal e justa. Ou: o ritmo de Marilon pode ser prudencial e calculado, voluntária ou involuntariamente.
Prudência ou lentidão, eis a questão
luizarmandocosta
01/05/2019
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