Um empresário de 21 anos, que é suspeito de ser o mandante do homicídio que vitimou um trabalhador rural, de 35 anos, em Colinas do Tocantins, no último dia 7 de setembro, foi preso pela Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), na cidade de Gurupi, na tarde desta quinta-feira, dia 16.

 

A prisão do suspeito foi realizada por uma força-tarefa, que envolveu policiais civis da 41ª DP de Colinas, 38ª DP de Arapoema, 7ª Delegacia Regional de Gurupi, e também do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE), sob o comando do delegado Marco Aurélio Barbosa Lima e ocorreu mediante cumprimento a mandado de prisão temporária, expedido pela Vara Criminal da Comarca de Colinas. 

 

Na ocasião, os policiais civis também deram cumprimento a um mandado de busca e apreensão na residência que era ocupada pelo suspeito e apreenderam um veículo, Fiat Toro, que foi utilizado na prática do crime. Segundo o delegado Marco Aurélio, após tomar conhecimento do homicídio, a Polícia Civil do Tocantins, por meio da 41ª DP de Colinas, deu início às investigações e, em menos de uma semana, desvendou o crime, bem como identificou o empresário, que é suspeito de ter planejado o assassinato que ocorreu em plena luz do dia.

 

           

O crime

Segundo apontaram as investigações da Polícia Civil, a vítima foi morta com um tiro de pistola na testa em plena via pública, no dia último dia 7 do corrente mês, por volta das 14h20 no município de Colinas, quando caminhava acompanhado de um amigo, e passava em frente a um mercado.

  O crime trouxe sensação de insegurança à comunidade local, uma vez que foi cometido durante o dia no meio da rua.

 

Motivação

As investigações realizadas pela Polícia Civil, apontaram que o crime teria sido motivado por um desentendimento entre a vítima e o empresário, uma vez que o nome do agricultor está sendo utilizado para o registro do supermercado do empresário em Gurupi.

“Por meio das investigações apuramos que o principal motivo que resultou na execução do agricultor foi o fato de que ele estaria exigindo que seu nome fosse retirado do registro do supermercado, pois ele não era, de fato, o dono do estabelecimento”, disse a autoridade policial. No entanto, as cobranças da vítima desagradaram o empresário, que então, passou a ameaçar o agricultor de morte e teria iniciado os planos para a execução do mesmo.

 

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