A senadora Dorinha Seabra lança nesta sexta (às 15h30 na ATM) sua pré-candidatura ao governo.
Sua pretensão tem sido tisnada pelos adversários pelo discurso monotemático e retórica contida. Seria, ainda, refratária a receber lideranças.
Seria o caso de reflexão: com a mesma inflexão, Dorinha elegeu 37 prefeitos do UB em 2024. Mudaria o que está dando certo?
Nas eleições de 2022, derrotou a senadora Kátia Abreu com 395 mil votos (50,42%) e foi deputada federal de três mandatos.
Terá, agora, o Republicanos (do governador), com mais 56 prefeitos, o PP (Janad) com outros 15 prefeitos, o Podemos de Eduardo Siqueira e o PL de Eduardo Gomes.
São partidos que tem grandes somas de fundo de campanha, fundo partidário e tempo de propaganda no rádio e tv.
Enquanto os adversários tem dificuldade de nomes para montar as nominatas, com Dorinha o problema é selecioná-los.
Dorinha conseguiu colocar na majoritária o deputado Carlos Gaguim e o senador Eduardo Gomes. Somados os três, eleva-se a bilhões as emendas aos prefeitos.
É um contexto que levaria a oposição a não brigar com números. E sim por eles para tê-los.



