A ex-deputada Luana Ribeiro (Podemos), voluntária ou involuntariamente pode ter dado o troco na falta de apoio do partido que alegou para desistir da candidatura.
A candidata decidiu oficializar ontem, 15, as 11 horas a desistência na Justiça Eleitoral.
Curiosamente, o prazo de substituição de candidatos havia se encerrado na segunda, 14. Ou seja, o Podemos não poderá indicar uma nova candidata no seu lugar.
Ocorre que a Justiça Eleitoral determina que 30% das candidaturas (e não do número permitido) devem ser destinadas a mulheres.
Dos 18 candidatos a deputado estadual do Podemos, seis (30%) são do sexo feminino conforme a lei.
A desistência de Luana leva as cinco candidaturas femininas restantes a apenas 27% dos 30% determinados. Também na distribuição do fundo eleitoral.
Ou seja, para cumprir a lei o Podemos pode ter que rifar três candidaturas masculinas. A ver o que dirá a Justiça Eleitoral do Estado.
É um grupo que tem Carlos Amastha, Junior Diamantino, Kasarin,Marcus Jr, Marycats...que pode ficar sem os estimados 10 mil votos de Luana na legenda.


