"No edital, o prazo da concessão para o vencedor tem a duração de 30 anos, mas o "direito de passagem" previsto é limitado apenas cinco anos ", disse a senadora.
Ela acrescentou: "Estamos fazendo um retrocesso. O amplo direito de passagem é condição fundamental para ampliar a concorrência, aumentar a produtividade e reduzir custos".
Além do ministro da Infraestrutura, e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a reunião contava com a presença de deputados e senadores da bancada de Goiás.
A intervenção de Kátia Abreu provocou reflexão entre os parlamentares e ninguém contestou suas informações. O ministro se limitou a dizer que o prazo poderia ser negociado e ampliado depois do edital.
Em nome dos interesses do Brasil, a senadora do Tocantins exigiu que a negociação ocorresse antes do edital. Uma nova reunião dos parlamentares de Goiás e de Tocantins está sedo articulada pela senadora para ocorrer antes do leilão, previsto para depois de amanhã, 28.


