O governo não conseguiu subir da letra B para a letra A da Capag. O relatório da Secretaria do Tesouro Nacional referente a 2023 foi publicado agora em novembro.

O Estado, entretanto, ao manter-se na letra B registrou uma regularidade positiva dado que dois governos no país caíram de patamar. Hoje há 14 na letra B, cinco na letra C e dois na D.

O governo conseguiu reduzir o comprometimento da receita corrente líquida com a dívida corrente líquida de 46,4% (Capag/22) para 31,94% (Capag/23). Mantendo-se na letra A.

A relação despesas correntes/receita corrente ajustada também foi reduzida de 91,46% (2022) para 88,94% (2023). E por último o índice de liquidez (obrigações financeiras/disponibilidade de caixa bruta) caiu de 55,3% (2022) para 36,80% (Capag/23).

O desempenho entretanto não foi suficiente para conseguir a letra A. Isto porque o indicador poupança corrente se manteve na letra B (maior que 90% mas menor que 95%).

Assim, o Estado tem A (endividamento), B(poupança corrente) e A (liquidez). Mesma posição do ano passado que o coloca na letra B da Capag.

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